Por Luana Borges

Há muitos remédios para curar nossas dores, angústias, medos e traumas. Tomar medicamentos e consultar psicólogo e psiquiatra faz parte de muitos tratamentos para isso, mas também existem diversas outras formas de melhorar como praticando coisas simples que trazem prazer e conforto: fazer yoga, natação, caminhada, meditação, pegar sol, pisar na grama, cozinhar, tomar um chazinho ou uma cerveja com as amigas, assistir filmes e séries que elas indicam, conversar sobre seus sentimentos com quem você ama, ler e escrever, ouvir suas músicas preferidas, interagir com seu animal de estimação, etc. Todos esses são remédios.

Assim, gastando/renovando energia é que movimentamos a tristeza e acabamos nos afastando dela. Mas refletir e falar sobre ela, ainda é a melhor maneira de tratar a tristeza, encarando os motivos dela existir e persistir. Assim, entender o que nos magoa e nos chateia, o que nos enfurece e nos deixa frustrada ou assustada. Dessa forma, nomeamos nossos problemas e então, podemos resolvê-los, porque para tudo isso tem remédio seja nessas pequenas sugestões ou em outros caminhos, que partem de você com amor e confiança em si, a partir de uma força poderosa que transforma tudo bem de novo.

A depressão é um transtorno mental que precisa de prevenção, por isso a importância do Setembro Amarelo, campanha do CVV. Há muito apoio e tratamentos possíveis para alguém com sinais que possam levar à depressão como estresse, irritabilidade frequente e tristeza profunda. Perceba-se e ajude também as pessoas perto de você com tais mudanças de humor e comportamento. Para isso, a arte se torna um remédio importante como as referências abaixo de ilustradoras que motivam um olhar mais confiante e positivo ao mundo, que fortalece a valorização da vida.

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Ilustrações da artista Báia da Agridulce, sempre empoderando mulheres e tratando de tabus com muita sensibilidade e talento:

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Tradução da frase em inglês: “Eu pertenço profundamente à mim mesma.”- Warsan Shire

A ilustração da mulher segurando o espelho foi inspirada na fotografia da Francesca Woodman e na legenda desse post a autora escreveu o trecho abaixo que é do artigo “Suicídio de Mulheres: uma Situação Limite?“.

 “A educação diferenciada de gênero embora tenha apresentado mudanças, segue inculcando os papeis normatizados pela cultura e os mitos que os sustentam, como o do amor romântico, que implica na divisão sexual do trabalho e na atribuição do trabalho doméstico, maternagem e cuidado dos filhos, idosos e incapacitados às mulheres. Uma condição que avaliamos como sobrecarga presente na vida de algumas das mulheres que se suicidaram foi o desempenho do papel de cuidadora na família. Além do trabalho adicional e estafante que a atividade de cuidado representa, as mulheres são silenciadas, impedidas de expor sentimentos, de reclamar, como se o papel que lhe foi concedido tivesse que ser obrigatoriamente cumprido. Assim, elas são desempoderadas, tornando-se reféns do papel de cuidadoras e submetidas sem discussão ao trabalho incessante, pouco valorizado e não remunerado.”


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A personagem Biapof de Beatriz França, designer e ilustradora, retrata divertidas e sensíveis histórias para nos apaixonar ainda mais pela vida. Instagram > @biapof

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As delicadas ilustrações de Belkisse Lemes, Chuvisco de Risco, transmitem a reflexão positiva e empoderada que coleciona fãs na internet. Instagram > @chuviscoderisco

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A simplicidade e a elegância da arte Prosa de Cora trazem positividade e otimismo para o dia a dia de quem a segue. Instagram > @prosadecora

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